CONTRAINDICAÇÃO DE RIVAROXABANA EMS
Rivaroxabana (substância ativa) é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade à Rivaroxabana (substância ativa) ou a qualquer outro componente do produto; em pacientes com sangramento ativo clinicamente significativo (por exemplo, sangramento intracraniano, sangramento gastrintestinal); e ainda em pacientes com doença hepática associada à coagulopatia, levando a um risco de sangramento clinicamente relevante.
Não foram estabelecidas segurança e eficácia de Rivaroxabana (substância ativa) em mulheres grávidas. Dados em animais mostram que a Rivaroxabana (substância ativa) atravessa a barreira placentária. Portanto, o uso de Rivaroxabana (substância ativa) é contraindicado durante toda a gravidez.
Não foram estabelecidas segurança e eficácia de Rivaroxabana (substância ativa) em mulheres lactantes. Dados em animais indicam que a Rivaroxabana (substância ativa) é secretada no leite materno. Portanto, Rivaroxabana (substância ativa) só pode ser administrado depois que for descontinuada a amamentação.
PRECAUÇÕES
Comprimido 10mg
Risco de sangramento
Rivaroxabana (substância ativa), como outros antitrombóticos, deve ser utilizado com cautela em pacientes com risco aumentado de sangramento, tais como:
·Distúrbios hemorrágicos adquiridos ou congênitos;
·Hipertensão arterial grave não controlada;
·Doença gastrintestinal ulcerativa ativa;
·Ulcerações gastrintestinais recentes;
·Retinopatia vascular;
·Hemorragia intracraniana ou intracerebral recente;
·Anormalidades vasculares intraespinais ou intracerebrais;
·Cirurgia cerebral, espinhal ou oftalmológica recente;
·Bronquiectasia ou história de sangramento pulmonar.
Deve-se ter cuidado se os pacientes forem tratados concomitantemente com fármacos que interferem na hemostasia, como os anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs), os inibidores da agregação plaquetária ou outros antitrombóticos.
Pode-se considerar tratamento profilático adequado para pacientes com risco de doença ulcerativa gastrintestinal.
Qualquer queda de hemoglobina ou da pressão arterial sem explicação deve levar à investigação de um local com sangramento.
Anestesia neuraxial (epidural/espinhal)
Quando anestesia neuraxial (epidural/espinhal) ou uma punção espinhal é realizada, os pacientes tratados com antitrombóticos para prevenção de complicações tromboembólicas correm o risco de desenvolver hematoma epidural ou espinhal que pode resultar em paralisia prolongada.
O risco destes eventos é ainda maior pelo uso de cateteres epidurais de demora ou pelo uso concomitante de medicamentos que afetem a hemostasia. O risco também pode aumentar por punção epidural ou espinhal traumática ou repetida.
Pacientes devem ser frequentemente monitorados para sinais e sintomas de alteração neurológica (por exemplo, torpor ou fraqueza das pernas, disfunção intestinal ou da bexiga). Se forem observados déficits neurológicos, serão necessários diagnóstico e tratamento urgentes.
O médico deve considerar o benefício em potencial em relação ao risco antes da intervenção neuraxial em pacientes anticoagulados ou que vão ser anticoagulados para tromboprofilaxia.
Para reduzir o risco potencial de sangramento associado ao uso concomitante de Rivaroxabana (substância ativa) e anestesia neuraxial (epidural/espinhal) ou punção espinhal, considerar o perfil farmacocinético de Rivaroxabana (substância ativa). A inserção ou remoção de um cateter epidural ou punção lombar é melhor realizada quando o efeito anticoagulante de Rivaroxabana (substância ativa) é estimado ser baixo. Um cateter epidural não deve ser removido antes de 18 horas após a última administração de Rivaroxabana (substância ativa).
Rivaroxabana (substância ativa) deve ser administrado, pelo menos, 6 horas após a remoção do cateter. Se ocorrer punção traumática, a administração de Rivaroxabana (substância ativa) deverá ser adiada por 24 horas.
Cirurgia e intervenções
Se um procedimento invasivo ou uma intervenção cirúrgica forem necessários, Rivaroxabana (substância ativa) deve ser interrompido pelo menos 24 horas antes da intervenção, se possível, e com base no julgamento clínico do médico.
Se o procedimento não puder ser adiado, o aumento do risco de sangramento deve ser avaliado em relação à urgência de tal intervenção.
A administração de Rivaroxabana (substância ativa) deve ser reiniciada o mais rapidamente possível após o procedimento invasivo ou a intervenção cirúrgica, desde que a situação clínica do paciente permita e a hemostasia adequada tenha sido estabelecida.
Insuficiência renal
Rivaroxabana (substância ativa) deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência renal moderada (ClCr < 50-30 mL/min) que estejam recebendo comedicações que levam ao aumento da concentração de Rivaroxabana (substância ativa) no plasma.
Em pacientes com insuficiência renal grave (ClCr < 30 mL/min), os níveis plasmáticos de Rivaroxabana (substância ativa) podem elevar-se significativamente (1,6 vezes em média), o que pode levar a um aumento do risco de sangramento. Em razão da doença de base, estes pacientes têm um aumento do risco de sangramento e de trombose.
Em virtude dos dados clínicos limitados, Rivaroxabana (substância ativa) deve ser usado com cautela nos pacientes com ClCr < 30-15 mL/min. Não há dados clínicos disponíveis para pacientes com insuficiência renal grave (ClCr < 15 mL/min). Portanto o uso de Rivaroxabana (substância ativa) não é recomendado nestes pacientes.
Após início do tratamento, os pacientes com insuficiência renal grave ou risco aumentado de sangramentos e aqueles que recebem tratamento sistêmico concomitante com antimicóticos azólicos ou inibidores das proteases do HIV devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais de complicações hemorrágicas. Isto pode ser feito por exame físico regular dos pacientes, observação atenta da drenagem da incisão cirúrgica e dosagens periódicas da hemoglobina.
Medicação concomitante
Rivaroxabana (substância ativa) não é recomendado em pacientes recebendo tratamento sistêmico concomitante com antimicóticos azólicos (por exemplo, cetoconazol) ou inibidores da protease do HIV (por exemplo, ritonavir). Estes fármacos são potentes inibidores da CYP3A4 e da gp-P. Portanto, estes fármacos podem aumentar as concentrações plasmáticas de Rivaroxabana (substância ativa) até um grau clinicamente relevante (2,6 vezes em média), o que pode levar ao aumento no risco de sangramentos).
O antimicótico azólico fluconazol, um inibidor moderado da CYP3A4, tem entretanto, menos efeito sobre a exposição à Rivaroxabana (substância ativa) e pode ser coadministrado.
Prolongamento do QTc
Não foi observado efeito de prolongamento do QTc com o uso de Rivaroxabana (substância ativa).
Informação sobre os excipientes
Como este medicamento contém lactose, os pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à lactose ou à galactose (por exemplo, deficiência de lactase de Lapp ou má absorção de glicose-galactose) não devem tomar Rivaroxabana (substância ativa).
Gravidez e lactação
A segurança e eficácia de Rivaroxabana (substância ativa) não foram estabelecidas em mulheres grávidas.
Em ratas e coelhas, a Rivaroxabana (substância ativa) mostrou pronunciada toxicidade materna, com alterações placentárias relacionadas ao seu modo de ação farmacológico (por exemplo, complicações hemorrágicas) levando à toxicidade reprodutiva. Não se identificou potencial teratogênico primário. Devido ao risco intrínseco de sangramentos e à evidência de que a Rivaroxabana (substância ativa) atravessa a placenta, o uso de Rivaroxabana (substância ativa) é contraindicado na gravidez.
Não foram estabelecidas segurança e eficácia de Rivaroxabana (substância ativa) em lactantes. Em ratas, a Rivaroxabana (substância ativa) é secretada no leite materno. Portanto, Rivaroxabana (substância ativa) só pode ser administrado depois de descontinuada a amamentação.
Mulheres em idade fértil/Contracepção
Rivaroxabana (substância ativa) deve ser utilizado em mulheres em idade fértil somente com um método contraceptivo eficaz.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas
Foram relatadas síncopes e tonturas, o que podem afetar a habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Pacientes que apresentarem estas reações adversas não devem dirigir ou operar máquinas.
Comprimido 15 e 20mg
Pacientes com próteses valvulares
A segurança e eficácia de Rivaroxabana (substância ativa) não foram estudadas em pacientes com próteses de válvulas cardíacas; portanto, não há dados para suportar que Rivaroxabana (substância ativa) 20 mg (15 mg em pacientes com insuficiência renal moderada ou grave) forneça anticoagulação adequada nesta população de pacientes.
Medicação concomitante
Rivaroxabana (substância ativa) não é recomendado em pacientes recebendo tratamento sistêmico concomitante com antimicóticos azólicos (por exemplo, cetoconazol) ou inibidores das proteases do HIV (por exemplo, ritonavir). Estes fármacos são potentes inibidores da CYP3A4 e da gp-P. Portanto, estes fármacos podem aumentar as concentrações plasmáticas da Rivaroxabana (substância ativa) até um grau clinicamente relevante (2,6 vezes em média), o que pode levar ao aumento do risco de sangramentos.
Entretanto, o antimicótico azólico fluconazol, um inibidor moderado da CYP3A4, tem menor efeito na exposição à Rivaroxabana (substância ativa) e pode ser coadministrado.
Tratamento de TVP e EP Insuficiência renal
Rivaroxabana (substância ativa) deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência renal que estejam recebendo comedicações que levem ao aumento da concentração de Rivaroxabana (substância ativa) no plasma.
Prevenção de acidente vascular cerebral e embolia sistêmica em pacientes com fibrilação atrial não-valvular, TVP e EP: Insuficiência renal
Em pacientes com insuficiência renal grave (ClCr < 30 mL/min), os níveis plasmáticos de Rivaroxabana (substância ativa) podem elevar-se significativamente (1,6 vezes na média), o que pode levar a um aumento do risco de sangramento. Em razão da doença de base, estes pacientes têm um aumento do risco de sangramento e de trombose.
Em virtude dos dados clínicos limitados, Rivaroxabana (substância ativa) deve ser utilizado com cautela nos pacientes com ClCr < 30-15 mL/min.
Não há dados clínicos disponíveis para pacientes com insuficiência renal grave (ClCr < 15 mL/min). Portanto, o uso de Rivaroxabana (substância ativa) não é recomendado nestes pacientes.
Após o início do tratamento, os pacientes com insuficiência renal grave ou risco aumentado de sangramentos e aqueles que recebem tratamento sistêmico concomitante com antimicóticos azólicos ou inibidores das proteases do HIV devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais de complicações hemorrágicas.
Risco de sangramento
Rivaroxabana (substância ativa), como outros antitrombóticos, deve ser utilizado com cautela em pacientes com risco aumentado de sangramento, tais como:
·Distúrbios hemorrágicos adquiridos ou congênitos;
·Hipertensão arterial grave não controlada;
·Doença gastrintestinal ulcerativa ativa;
·Ulcerações gastrintestinais recentes;
·Retinopatia vascular;
·Hemorragia intracraniana ou intracerebral recente;
·Anormalidades vasculares intraespinais ou intracerebrais;
·Cirurgia cerebral, espinhal ou oftalmológica recente;
·Bronquiectasia ou história de sangramento pulmonar.
Deve-se ter cuidado se os pacientes forem tratados concomitantemente com fármacos que interferem na hemostasia, como os anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs), ácido acetilsalicílico, os inibidores da agregação plaquetária ou outros antitrombóticos.
Pode-se considerar tratamento profilático adequado para pacientes com risco de doença ulcerativa gastrintestinal. Qualquer queda de hemoglobina ou da pressão arterial sem explicação deve levar à investigação de um local com sangramento.
Cirurgia e intervenções
Se um procedimento invasivo ou uma intervenção cirúrgica forem necessários, Rivaroxabana (substância ativa) deve ser interrompido pelo menos 24 horas antes da intervenção, se possível, e com base no julgamento clínico do médico.
Se o procedimento não puder ser adiado, o aumento do risco de sangramento deve ser avaliado em relação à urgência de tal intervenção.
A administração de Rivaroxabana (substância ativa) deve ser reiniciada o mais rapidamente possível após o procedimento invasivo ou a intervenção cirúrgica, desde que a situação clínica do paciente permita e a hemostasia adequada tenha sido estabelecida.
Anestesia neuraxial (epidural/espinhal)
Quando anestesia neuraxial (epidural/espinhal) ou uma punção espinhal é realizada, os pacientes tratados com antitrombóticos para prevenção de complicações tromboembólicas correm o risco de desenvolver hematoma epidural ou espinhal que pode resultar em paralisia prolongada.
O risco destes eventos é ainda maior pelo uso de cateteres epidurais de demora ou pelo uso concomitante de medicamentos que afetem a hemostasia. O risco também pode aumentar por punção epidural ou espinhal traumática ou repetida.
Pacientes devem ser frequentemente monitorados para sinais e sintomas de alteração neurológica (por exemplo, dormência ou fraqueza das pernas, disfunção intestinal ou da bexiga). Se forem observados déficits neurológicos, serão necessários diagnóstico e tratamento urgentes.
O médico deve considerar o benefício potencial em relação ao risco antes da intervenção neuraxial em pacientes anticoagulados ou que vão ser anticoagulados para tromboprofilaxia.
Não há experiência clínica com o uso de Rivaroxabana (substância ativa) 15 mg e 20 mg nestas situações. Para reduzir o risco potencial de sangramento associado ao uso concomitante de Rivaroxabana (substância ativa) e anestesia neuraxial (epidural/espinhal) ou punção espinhal, deve ser considerado o perfil farmacocinético de Rivaroxabana (substância ativa).
A inserção ou remoção de um cateter epidural ou punção lombar é melhor realizada quando o efeito anticoagulante de Rivaroxabana (substância ativa) é estimado ser baixo. No entanto, não é conhecido o momento exato para atingir um efeito anticoagulante considerado suficientemente baixo em cada paciente.
Para a remoção de um cateter epidural, e com base nas características farmacocinéticas gerais, deve-se esperar o tempo de pelo menos 2x a meia-vida do medicamento, ou seja, pelo menos 18 horas para pacientes jovens e 26 horas para pacientes idosos, após a última administração de Rivaroxabana (substância ativa).
Rivaroxabana (substância ativa) deve ser administrado, pelo menos, 6 horas após a remoção do cateter.
Se ocorrer punção traumática, a administração de Rivaroxabana (substância ativa) deverá ser adiada por 24 horas.
Prolongamento do QTc
Não foi observado efeito de prolongamento do QTc com o uso de Rivaroxabana (substância ativa).
Informação sobre os excipientes
Como este medicamento contém lactose, os pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à lactose ou à galactose (por exemplo, deficiência de lactase de Lapp ou má absorção de glicose-galactose) não devem tomar Rivaroxabana (substância ativa).
Tratamento de TVP e EP: pacientes com embolia pulmonar hemodinamicamente instáveis ou pacientes que necessitam de trombólise ou embolectomia pulmonar
Rivaroxabana (substância ativa) não é recomendado como uma alternativa à heparina não fracionada em pacientes com embolia pulmonar que estejam hemodinamicamente instáveis ou que possam receber trombólise ou embolectomia pulmonar, uma vez que a segurança e eficácia de Rivaroxabana (substância ativa) não foram estabelecidas nestas situações clínicas.
Gravidez e lactação
A segurança e eficácia de Rivaroxabana (substância ativa) não foram estabelecidas em mulheres grávidas.
Em ratas e coelhas, a Rivaroxabana (substância ativa) mostrou pronunciada toxicidade materna, com alterações placentárias relacionadas ao seu modo de ação farmacológico (por exemplo, complicações hemorrágicas) levando à toxicidade reprodutiva. Não se identificou potencial teratogênico primário.
Devido ao risco intrínseco de sangramentos e à evidência de que a Rivaroxabana (substância ativa) atravessa a placenta, o uso de Rivaroxabana (substância ativa) é contraindicado na gravidez.
Não foram estabelecidas segurança e eficácia de Rivaroxabana (substância ativa) em lactantes. Em ratas, a Rivaroxabana (substância ativa) é secretada no leite materno. Portanto, Rivaroxabana (substância ativa) só pode ser administrado depois de descontinuada a amamentação.
Mulheres em idade fértil/Contracepção
Rivaroxabana (substância ativa) deve ser utilizado em mulheres em idade fértil somente com um método contraceptivo eficaz.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas
Foram relatadas síncopes e tonturas, o que podem afetar a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas. Pacientes que apresentarem estas reações adversas não devem dirigir ou operar máquinas.
MAIS INFORMAÇÕES
Marca:
EMS
EAN:
7896004766997
Tipo de Medicamento:
Genérico
Registro MS:
1023512650033
Classe Terapêutica:
Inibidores Diretos Do Fator Xa
Princípio Ativo:
Rivaroxabana
Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado. Rivaroxabana EMS é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula